O artigo levanta a questão de como a responsabilidade será atribuída quando sistemas de inteligência artificial operando de forma autônoma, como agentes que tomam decisões, cometem erros ou causam prejuízos.
Ele sugere que, assim como gestores aprenderam a liderar pessoas, agora precisarão desenvolver habilidades para liderar e supervisionar esses sistemas, estabelecendo limites, monitorando resultados e assumindo a responsabilidade final pelas ações automatizadas.